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Tomada de posse dos novos Corpos Sociais

No dia 11 de Fevereiro de 2008 teve lugar na Associação Industrial Portuguesa a tomada de posse dos corpos sociais do Centro de Estudos EuroDefense-Portugal para o mandato 2008-2009. O acto foi presidido pelo Ministro da Defesa Nacional, Prof. Doutor Nuno Severiano Teixeira, tendo contado com a presença do Secretário de Estado Adjunto da Indústria e da Inovação, Prof. Doutor António Castro Guerra, e dos dirigentes das instituições fundadoras, respectivamente o Director do Instituto da Defesa Nacional, TGen. Aníbal Ferreira da Silva, e o Presidente da Associação Industrial Portuguesa, Comendador Jorge Rocha de Matos.

A Direcção do Centro de Estudos, que mantém a mesma composição do anterior mandato, é presidida pelo Dr. António Figueiredo Lopes, sendo Vice-Pre- sidente o MGen. Mário Lemos Pires e Secretário-Geral o CAlm. José Alves Correia.

O Conselho Geral é presidido pelo Dr. João Salgueiro e tem como vogais o TGen. Abel Cabral Couto a Dr.ª Maria Perpétua Rocha, o Dr. António Barbosa da Silva, o Comendador Henrique Neto, o TGen. Eduardo Mateus da Silva e o Dr. João Gomes Esteves.

Recorda-se que o EuroDefense-Portugal foi criado em 1997 através de um Protocolo de Cooperação assinado pelos membros fundadores, IDN e AIP, e homologado pelos Ministros da Defesa Nacional e da Economia. Insere-se numa rede de associações homólogas existentes em mais doze países da União Europeia, que têm como objectivos gerais promover a identidade europeia de segurança e defesa e contribuir para o desenvolvimento de “um espírito europeu de defesa”.

Nas palavras que proferiu no início da cerimónia, o Presidente da AIP-CE, Comendador Rocha de Matos, recordou os objectivos que presidiram à criação do EuroDefense-Portugal, referindo que se pretendeu criar, a nível nacional, um centro de reflexão sobre as grandes estratégias de defesa da Europa e de Portugal, tendo sempre presente o papel que é possível reservar-se para a indústria no contexto da modernização e da integração da Defesa e Segurança europeia.

Por sua vez, o Director do IDN, TGen. Ferreira da Silva, agradeceu o empenho da direcção cessante, a qual demonstrou capacidade de iniciativa na condução das actividades do EuroDefense-Portugal, evidenciada pelos excelentes resultados obtidos, apesar dos limitados recursos postos à sua disposição. Congratulou-se ainda pelo facto dos novos corpos sociais terem prontamente aceite o desafio para dar continuidade a este projecto nos próximos dois anos.

Presidente da Direcção do EuroDefense-Portugal, Dr. António Figueiredo Lopes, focou aquilo que considera ser uma das principais virtualidades da rede de Associações EuroDefense, ao constituir-se como plataforma de encontro e de diálogo com a sociedade civil, especialmente com as camadas mais jovens, contribuindo para criar um clima favorável à reflexão e ao debate protagonizado pelos seus membros e associados, muitos dos quais possuem uma longa carreira de serviço público, na Política, na Diplomacia, nas Forças Armadas e nas actividades empresariais.

Referiu igualmente a vontade da Direcção prosseguir, com todo o empenho, a cooperação próxima com a AIP e o IDN na prossecução de actividades com interesse comum, bem como a intenção de alargar o espaço de cooperação com outras instituições e a intensificação da participação de jovens, de patamar universitário, nas actividades do EuroDefense-Portugal, com o objectivo de contribuir para a formação de opinião pública no sector da Segurança e Defesa europeia.

Ao encerrar a cerimónia, o Ministro da Defesa Nacional, Prof. Doutor Nuno Severiano Teixeira, destacou o importante papel que a AIP e o IDN têm assumido na sociedade portuguesa, através do EuroDefense-Portugal, no que diz respeito à reflexão das questões de natureza estratégica que tocam a Política Europeia de Segurança e Defesa, tendo no entanto sempre presente o interesse nacional.

Recordando as novas implicações e desafios para a Política Europeia de Segurança e Defesa resultantes do Tratado de Lisboa, nomeadamente no que toca às cláusulas de solidariedade e de defesa mútua, às cooperações reforçadas e às cooperações estruturadas permanentes, realçou o facto da segurança europeia estar assente em dois eixos complementares que urge reforçar – a participação na NATO e na União Europeia –, reforço em que Portugal tem um importante papel a desempenhar, face à sua centralidade atlântica. Neste contexto, referiu o contributo que Portugal deu para a construção europeia durante o semestre em que presidiu à UE e frisou a necessidade de se continuar a aprofundar e renovar esta postura, dotando a UE dos mecanismos e capacidades necessárias para fazer face ao novo ambiente estratégico internacional.

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